A turma do 3ºano do curso Técnico de Gestão do Ambiente assistiu à representação da peça “Felizmente há luar!”, da autoria de Luís de Sttau Monteiro, no dia 4 de Fevereiro, no Auditório Municipal de Gaia, levada à cena pelo TEP (Teatro Experimental do Porto) com encenação de Cláudio Silva.

 

Na perspectiva da professora de Português da turma, Zélia Rasteiro, “esta nova encenação aproxima mais o texto dos nossos dias, mantendo, no entanto, a sua identificação”, explicando que “há uma maior aproximação aos jovens, conservando-se o essencial do texto e do contexto histórico”.

Desta forma, os alunos, que estudam o texto de Luís de Sttau Monteiro no 3:º ano, tiveram oportunidade de o ver representado, já que o texto teatral é necessariamente escrito para a representação teatral. O teatro só acontece em cena e, muitas vezes, os alunos, ao assistirem às representações teatrais dos textos literários que estudam, compreendem-nos melhor e passam a “ver” o texto de outra forma.

Esta “aula”, fora da sala de aula, permite o conhecimento do teatro na educação para a cidadania que não se pode esgotar no programa que se estuda no momento. É necessário conhecer as obras essenciais, os espectáculos importantes que nos revelam autores e situações que ajudaram a mudar o mundo.

Neste contexto, os alunos de OMA4 (Curso Operador de Máquinas Agrícolas) deslocaram-se a Lisboa, no dia 21 de Fevereiro, ao Auditório do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do BES, acompanhados pela professora de Língua Portuguesa, Zélia Rasteiro, para assistirem à representação do texto de Gil Vicente – Auto da Barca do Inferno, que se encontram a estudar.

Esta representação foi levada à cena pela Companhia de Teatro O Sonho e encenada por Ruy Pessoa. Esta encenação, muito bem conseguida devido à interacção directa dos actores com o público, divertiu alunos e professores, respeitando sempre o texto literário.

Este espectáculo interactivo permite aos alunos uma maior proximidade e compreensão do texto, criando o gosto pela arte do teatro.