Os alunos das turmas IT e IS, do curso de Informática de Gestão, da Escola Profissional de Montemor-o-Velho (EPM), visitaram, dia 14, a exposição “Casa do Futuro”, no Museu das Comunicações, em Lisboa.

Acompanhada pelos professores Susana Oliveira e Hugo Rocha,  a visita de estudo teve como propósitos proporcionar aos alunos o acesso a um espaço pedagógico de carácter científico e tecnológico onde, de forma lúdica e interactiva, se pode ter acesso a informações sobre o passado das comunicações e também sobre as tecnologias do futuro.

Para os professores, “esta visita à ‘casa do futuro’ foi muito benéfica para os alunos porque a temática em exposição faz parte dos conteúdos pedagógicos do curso que frequentam”, explicando que “esta estrutura oferece um conjunto de demonstrações, aplicações e serviços avançados que, a nível científico e tecnológico, concorrem para o bem-estar e para o desenvolvimento económico e social dos cidadãos”.

Das muitas funcionalidades implementadas nesta “casa do futuro”,  referiram que “os alunos tiveram oportunidade de verificar, nomeadamente, abertura de portas através da identificação digital, aquecimento através de vidros, controlo de estores, luzes e electrodomésticos através de computador, aspirador inteligente e  espelho com TV incorporado entre muitas outras funcionalidades”.

Para os professores responsáveis por esta visita de estudo “os alunos demonstraram muito interesse na actividade, escutando as explicações do guia, trocando impressões com os professores, e entre si, procurando tirar dúvidas e aprofundar conhecimentos e preocupando-se em registar e recolher informação”.

Indicando o site do Museu das Comunicação (www.fpc.pt), os professores anotaram que “neste espaço é apresentada uma solução complexa de automação doméstica, que utiliza um elevado conjunto de tecnologias de ponta, num ambiente seguro, lúdico, confortável e moderno. Quando foi inaugurada, em Maio de 2003, foi denominada ‘Casa do Futuro Interactiva’, tendo, em 2004, passado a chamar-se ‘Casa do Futuro Inclusiva’ quando, através da humanização das tecnologias, passou a agregar soluções a pensar na problemática da deficiência e da velhice. Está em permanente evolução para poder ser considerada cada vez mais habitável por pessoas com necessidades especiais”.